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Projetos

Zuki

Manifesto Audiovisual

O futuro do trabalho já está sendo construído.

Como contar a história da saúde ocupacional sem produzir apenas mais um vídeo institucional?

Para a Zuki, partimos da própria transformação do trabalho. Da industrialização e de um período em que proteção e prevenção ainda eram conceitos distantes, até um presente em que saúde, tecnologia, dados e decisões fazem parte de uma mesma estratégia.

O resultado é um manifesto audiovisual de 200 segundos concebido e produzido integralmente pela Metakiase.

Cliente
Zuki Saúde Ocupacional
Segmento
Segurança e Saúde do Trabalho (SST)
Período
Dezembro de 2025
Vista de uma cidade industrial ao amanhecer, com chaminés e fumaça sobre um casario denso, em luz fria.

O desafio

Contar uma transformação, não apenas apresentar serviços.

O ponto de partida não era criar um catálogo audiovisual das soluções oferecidas pela Zuki. A intenção era construir uma história capaz de contextualizar por que Segurança e Saúde do Trabalho ocupam hoje um lugar tão diferente daquele observado no início da industrialização.

A narrativa precisava reconhecer essa evolução sem apontar vilões, conectar passado e presente e, ao mesmo tempo, preparar o terreno para apresentar a Zuki como parte de uma visão contemporânea de cuidado, prevenção e gestão.

Da indústria à consciência

No início da industrialização, intensidade produtiva e proteção ao trabalhador ainda pertenciam a realidades muito diferentes.

Foi a partir desse contraste que estruturamos a primeira camada do manifesto. Fumaça, ferro, máquinas e corpos em movimento constroem uma atmosfera histórica que serve como ponto de partida para a transformação apresentada pelo filme.

A história não é utilizada apenas como cenário. Ela estabelece a distância percorrida até que prevenção, qualidade de vida e respeito ao trabalhador passassem a fazer parte das organizações.

Trabalhadores em meio a máquinas e vapor no interior de uma fábrica do início da industrialização.

A mudança

Quando responsabilidade começa a ganhar forma.

Leis, normas e movimentos institucionais passam a representar uma mudança de consciência. O filme utiliza essa transição para mostrar que aquilo que hoje entendemos como prevenção foi construído ao longo do tempo.

A responsabilidade passa gradualmente a ter outros nomes: segurança, saúde, qualidade de vida e respeito às pessoas que sustentam o trabalho.

Multidão de trabalhadores em marcha ao entardecer, com tochas e faixas, marcando a institucionalização de direitos.

Da regra à cultura

O cuidado deixa de existir apenas como resposta à obrigação.

Com a evolução das práticas de Saúde e Segurança do Trabalho, empresas começam a incorporar prevenção, proteção e saúde ao cotidiano das organizações.

O filme representa essa passagem visualmente ao aproximar trabalhadores, ambientes industriais e equipamentos de proteção de uma realidade mais organizada e consciente.

Trabalhadores com capacete e equipamentos de proteção individual em um ambiente industrial organizado.

A Zuki no presente

Pessoas, dados e decisões conectados.

É no presente que a narrativa encontra a Zuki. A empresa aparece como parte de uma nova realidade da Saúde e Segurança do Trabalho, conectando gestão, medicina e segurança do trabalho, capacitação, perícias, SESMT e riscos psicossociais.

Mais do que apresentar uma lista de serviços, o manifesto procura mostrar a integração entre diferentes dimensões do cuidado.

Ambiente de trabalho contemporâneo, com profissionais de saúde ocupacional e painéis de informação.

Integração

Tecnologia a serviço de decisões mais humanas.

À medida que o filme se aproxima do futuro, sua linguagem visual também muda. Ambientes industriais históricos dão lugar a espaços contemporâneos, dados, profissionais especializados e sistemas conectados.

Essa transição traduz visualmente uma ideia central do projeto: tecnologia e cuidado não aparecem como forças opostas. Dados e inteligência ajudam a antecipar decisões, enquanto pessoas continuam ocupando o centro da narrativa.

Profissionais diante de painéis com dados de saúde e segurança, em um ambiente conectado.

Produção audiovisual com IA

Tecnologia na execução. Direção humana no comando.

O próprio processo de produção do filme também dialoga com sua narrativa de futuro. A Metakiase foi responsável por toda a concepção e execução audiovisual, desde estratégia, roteiro e storyboard até geração das imagens e sequências, animação, locução, trilha, sound design, edição e finalização.

A inteligência artificial participou de forma ampla da produção. Mas a tecnologia não definiu o filme.

Conceito, linguagem, decisões narrativas, direção de arte, ritmo e construção emocional foram conduzidos a partir de direção criativa humana. A IA funcionou como meio de produção para materializar uma visão previamente estruturada.

O futuro

O futuro não começa amanhã. Ele já respira em nós.

A última parte do manifesto abandona definitivamente a linguagem histórica para olhar para aquilo que já começa a transformar o trabalho. Tecnologia, prevenção e capacidade de antecipação passam a fazer parte de um mesmo ambiente.

A imagem final concentra essa ideia no olhar humano: o futuro pode ser tecnológico, mas continua existindo para proteger pessoas.

Close do olhar de uma pessoa, com reflexos de luz e informação, encerrando o filme na dimensão humana.

O filme foi construído como uma passagem.

Da intensidade sem proteção à prevenção. Da obrigação à cultura. Da reação à antecipação. Do passado do trabalho ao futuro que já começa a tomar forma.

Uma narrativa institucional em que storytelling, direção criativa e inteligência artificial trabalham juntos para transformar estratégia em experiência audiovisual.

Assistir ao manifesto completo

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